Neste ultimo sábado aconteceu na cidade Maravilhosa (vindo da minha parte, isso é uma piada) o Blogcamp RJ , evento que reuniu blogueiros de diversos locais do nosso querido país. O evento começou aproximadamente 11h da manhã com um aviso bem carinhoso dos organizadores: “Atenção cambada de modafoca: o blogcamprj vai começar na arena principal do NAVE!” Nesta pequena reunião foi discutido de tudo um pouco: tecnologia, segurança, conteúdo, vil metal, voluntariado e blablabla. Serei bem sincero, resolvi ir ao encontro justamente pra saber o que se fazia num encontro desse, visto que nunca havia estado em um. Gostei, foi bem divertido, descontraído, contudo só posso dizer que a única arena que realmente somou algo aos meus interesses foi a de voluntariado encabeçada por Heloisa de Paula . O que pude perceber foi o grande interesse dos blogueiros em ganhar dinheiro com seus blogs e vou ser mais uma vez sincero: Só fiquei na arena de monetização no final do encontro porque era a única sal...
A chuva veio, enfim, mas mansa. Garoa fina no vidro da janela. Miguel estava sentado no chão do quarto, encostado na cama, o notebook ao lado, ainda ligado mas em modo de descanso. Tocava baixinho uma playlist de músicas instrumentais que ele costumava usar para trabalhar — mas há quase meia hora ele não digitava nada. Na tela do celular, a última mensagem: Bia: "Foi especial te reencontrar hoje. Até breve, Miguel 🌿" Ele sorriu com a delicadeza do emoji. Havia algo em Bia que mexia com ele de um jeito novo e antigo ao mesmo tempo, como uma lembrança não vivida. Algo pulsava dentro dele, e não era só atração — era vontade de conhecer mais, de não deixar passar. Mas isso não podia crescer escondido. Respirou fundo e se levantou e foi ver Karla. Ela estava no Consultório improvisado de sua casa, arrumando alguns cristais em uma prateleira. O cheiro de incenso de mirra pairava no ar. Ela vestia uma camiseta larga com a estampa de Shiva e tinha um lápis fincado entre os cabel...
Olho a pena com carinho, e ela, leve entre teus dedos, parece conter todos os poemas que ainda não escrevi. Então digo, com voz mansa e um desejo tranquilo: — Podes desenhar em minhas costas? E tu começas. A pena desliza por mim como um sussurro de vento que conhece cada curva. Arrepios dançam pela minha pele, e o prazer é incrível — tuas mãos, teu calor, teu perfume. Sou invadido por essa imensidão que és tu. Respondendo aos teus desenhos, sinto-me compelido a virar e mirar em teus olhos. O mundo então pausa. Teus olhos encontram os meus como rios que se reencontram após longos caminhos. Sorris, não só com os lábios, mas com a alma inteira. A pena repousa. E é a tua presença que agora escreve em mim. — Eu também sou invadida por ti, meu encantado — dizes, com o rosto próximo ao meu. — Tua presença me escreve… mesmo quando estás em silêncio. Minhas mãos tocam teu rosto com reverência. O tempo se curva. E pergunto, com flor de toque na voz: — Posso te beijar…? — Podes. Deves. Dese...
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