
A curiosidade já inpirava desde que ele vira aquele pequeno veículo pela primeira vez.
_Tão diminuto! Como cabe alguém aí?
Rodeou o carro vermelho de dois lugares com total interesse. Não tardou e a moça foi ao seu encontro. Vestia uma roupa social preta, terninho e calça, algo um tanto comum, contudo, ficava bem naquela figura alta, quase tanto quanto ele, que possuía um belo sorriso e o cumprimentou com um:
_Oi! Já conhece esse modelo?
_Sim, mas não sabia que ele tinha essa mala toda!
_Tem! Além disso, compartimentos para pequenos objetos aqui!
Ela abriu e revelou mais um lugar interessante do auto.
_Nossa!_exclamou o rapaz_ Surpreendente!
_Se quiser olhar mais, pode entrar nele!
_Ah, então eu quero!
Ele abriu a porta e sentou-se. Regulou o assento e observou a máquina.
_A primeira vez que eu o vi, não imaginei que fosse assim...
_Ele tem um bom espaço para duas pessoas! Mesmo as altas se sentem bem nele!
_Gostei! _disse isso saindo do carro_ Fale-me mais dele!
A moça discorreu sobre seu produto com muitos detalhes e entusisasmo. Pedro então percebeu o quão próxima dele ela estava. Conseguia ver nitidamente o brilho de seus cabelos lisos e negros caindo até abaixo dos ombros, Seus olhos castanhos eram belos em completa sintonia com o seu sorriso. O mais estranho foi a sua percepção sobre o falar da moça. As palavras fluíam e o hálito adocicado envolvia o rapaz outrora interessado num carro e agora encantado pela vendedora.
_Posso anotar seus dados? Assim podemos agendar um testdrive!
_ah, claro! _respondeu saindo do pequeno transe.
Pedro passou as informações e a moça após registrar deu-lhe um cartão.
_Aqui está o meu telefone, pode ligar se precisar!
Atentamente ele leu o que estava escrito:
“Renata D’avila”
E de próprio punho:
“Não só pelo carro...”
Pedro a mirou. O sorriso estava lá. Meio encabulado ele disse:
_Ligo sim, Renata!
Ele se despediu dela com um aperto de mão, afinal, era o ambiente de trabalho dela.
_Tão diminuto! Como cabe alguém aí?
Rodeou o carro vermelho de dois lugares com total interesse. Não tardou e a moça foi ao seu encontro. Vestia uma roupa social preta, terninho e calça, algo um tanto comum, contudo, ficava bem naquela figura alta, quase tanto quanto ele, que possuía um belo sorriso e o cumprimentou com um:
_Oi! Já conhece esse modelo?
_Sim, mas não sabia que ele tinha essa mala toda!
_Tem! Além disso, compartimentos para pequenos objetos aqui!
Ela abriu e revelou mais um lugar interessante do auto.
_Nossa!_exclamou o rapaz_ Surpreendente!
_Se quiser olhar mais, pode entrar nele!
_Ah, então eu quero!
Ele abriu a porta e sentou-se. Regulou o assento e observou a máquina.
_A primeira vez que eu o vi, não imaginei que fosse assim...
_Ele tem um bom espaço para duas pessoas! Mesmo as altas se sentem bem nele!
_Gostei! _disse isso saindo do carro_ Fale-me mais dele!
A moça discorreu sobre seu produto com muitos detalhes e entusisasmo. Pedro então percebeu o quão próxima dele ela estava. Conseguia ver nitidamente o brilho de seus cabelos lisos e negros caindo até abaixo dos ombros, Seus olhos castanhos eram belos em completa sintonia com o seu sorriso. O mais estranho foi a sua percepção sobre o falar da moça. As palavras fluíam e o hálito adocicado envolvia o rapaz outrora interessado num carro e agora encantado pela vendedora.
_Posso anotar seus dados? Assim podemos agendar um testdrive!
_ah, claro! _respondeu saindo do pequeno transe.
Pedro passou as informações e a moça após registrar deu-lhe um cartão.
_Aqui está o meu telefone, pode ligar se precisar!
Atentamente ele leu o que estava escrito:
“Renata D’avila”
E de próprio punho:
“Não só pelo carro...”
Pedro a mirou. O sorriso estava lá. Meio encabulado ele disse:
_Ligo sim, Renata!
Ele se despediu dela com um aperto de mão, afinal, era o ambiente de trabalho dela.
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