segunda-feira, 19 de maio de 2008

DDK, Vampire im Kino

Neste ultimo sábado, dia 17 de maio, o Cine íris foi palco de mais um evento da DDK, a grande festa Under ( ou Unter em alemão) do pais, como seus organizadores a chamam. Local onde o Rock encontra o Eletrônico e as cores das indumentárias refletem o branco, preto e vinho, a festa Vampiros no cinema, traduzindo o seu titulo alemão. A festa com esse tema foi criada desde que José Laurindo conseguiu aprovar o dia 13 de agosto como dia do Vampiro na Cidade de São Paulo, no ano de 2004, sendo a lei criada em 2003.

Sim, é verdade, a lei existe:

Lei nº 13650, de 2003 institui o Dia dos Vampiros, comemorado em 13 de agosto no município de São Paulo.

Informações desencontradas atribuíram a criação da lei a Maraliz Marins, nada menos que a filha do Zé do Caixão, contudo ela só lançou um livro com a temática vampiresca nessa data, Liz Vamp - uma vampira.


A DDK (Deutschland Dancefloor Klub) pegou carona nesse tema e sua festa, Vampire im Kino, tem como ideologia incentivar a doação de sangue. Este ano o tema foi antecipado em virtude dos casos de dengue na cidade, sendo as doações incentivadas para ajudar no tratamento da doença.

Dentro do prédio do Cine Íris, as tribos Under e suas respectivas sub-culturas estavam bem representadas e as pistas não demoraram a lotar.

O que tivemos foi: (Retirado do site oficial do evento:
www.ddklub.com )

Rammstein Dancefloor (Galpão de Rock):

80's, Gothic Rock, Darkwave, Mittelalter, Alternative Rock, Electro Metal, ...

Dj residentes:
FesterDvogT (tocando especialmente na pista rock nesta edição)

Djs convidados:
GugaLucyus

Kraftwerk Dancefloor (Terraço Eletrônico):

Synthpop, Futurepop, Dark Electro, Industrial, E.B.M, Electropop, ...

Djs convidados:
Vírus de SíriusFlávio WatsonMLGoreHerr Doktor
Especial 'ELECTRO VAMP':
Dj Flávio Watson, abrindo a noite, com uma seleção de músicas eletrônicas com atmosfera vampiresca!

Simplesmente Punk, na tentativa de encontrar uma palavra que resumisse as pistas!

Dentro do evento também teve o show da banda carioca Hydria, que abriu esse mês o show do Within Temptation em São Bernardo do Campo, fazendo sua segunda apresentação em sua terra.

Tive o prazer de conhecer as musicas dessa banda que vem coroar o lado Under do rio de janeiro com seu belo trabalho. As letras soturnas com um toque bem dosado de melancolia que Raquel Shüler expressou em suas letras, são a prova de que o Rio de Janeiro também tem o seu representante das sombras, assim como São paulo tem o seu The Tiers of Blood, além disso a voz lírica da pequena loira estremece e emociona quem a ouve e digo que este pobre ouvinte, acostumado a ver enormes mulheres como Tarja Turunen, Anette Olzon, Lisa Middelhauve e Simone Simons, me espantei ao ver a Raquel balançar a sala do Cine Íris.

Hydria é composto por Raquel Schüler (Vocal), Márcio Klimberg (Teclados/synths). Marcelo Oliveira (Guitarra), Luana França (Guitarra), Fabiano Martins (Bateria) e Turu Henrick (Baixo) e o seu primeiro CD chama-se Mirror of Tears.
Sua apresentação estava com um ótimo visual, o figurino da banda muito belo, contudo pequenas coisas deixaram a desejar. O som é uma pancada por si só, todavia não estava em uma boa equalização, o vocal estava no mesmo tom e por momentos, abaixo dos instrumentos. A bateria imperava, muito bem detalhada, percebia-se as viradas, só que a letra da musica se perdia em alguns momentos. O salão do cine é grande, só que não estava lotado e quem ficou na frente, a grande maioria, sofreu com o baque na cuca. Claro que muitos não estavam nem ai pra isso, visto que as pessoas que se aglomeraram na frente do palco eram os fãs da banda, infelizmente, para este escritos medíocre, que estava em uma das fileiras tentando apreciar o som da banda que era uma novidade, isso não foi interessante.

Outro ponto negativo foi o domínio de palco, acredito que por ser parte dos primeiros grandes shows do grupo, alguns deslizes aconteçam. Alguns vazios eram criados quando Luana França deixava um dos lados em que aparecia sozinha, se juntando os demais companheiros de cordas. O vazio sempre era preenchido por Turu Henrik, quando esse o percebia, entretanto não era de imediato. Normal, com o tempo, e eu acredito que será bem rápido, esses probleminhas se resolverão e tais coisas não tiraram o brilho da apresentação da Banda.
Em geral o evento DDK, Vampiros no cinema, fica de parabéns pela ótima organização e este pobre servo espera pelo próximo!

2 comentários:

Lua disse...

Agora vi q foi vc q postou esse comentário da DDK. rsrsrs
Com o tempo a gente aprende, né? =)
E sendo segundo show, acho q era normal isso acontecer. =p
Na época eu li a resenha, e apesar d ficar meio chateada, guardei essas palavras pra não esquecer mais! ^^
A evolução sempre vem com o tempo! =B
Beijocas! =*

Lua disse...

Agora vi q foi vc q postou esse comentário da DDK. rsrsrs
Com o tempo a gente aprende, né? =)
E sendo segundo show, acho q era normal isso acontecer. =p
Na época eu li a resenha, e apesar d ter ficado meio chateada, guardei essas palavras pra não esquecer mais! ^^
A evolução sempre vem com o tempo! =B
Beijocas! =*